Dossier E-publica: A reforma da floresta

Editorial

Autores

  • Carla Amado Gomes Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, Alameda da Universidade - Cidade Universitária, 1649-014 Lisboa - Portugal
  • Pedro Moniz Lopes Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, Alameda da Universidade - Cidade Universitária, 1649-014 Lisboa - Portugal

Resumo

De acordo com o 10º relatório provisório do ICNF1, entre 1 de Janeiro e 31 de Outubro de 2017, a base nacional de incêndios florestais (Sistema de Gestão de Informação de Incêndios Florestais – SGIF) registou 3.653 incêndios florestais e 13.328 fogachos, os quais resultaram em 442.418 hectares de área ardida de espaços florestais, entre povoamentos (264.951ha) e matos (177.467ha). Estes valores traduzem um aumento de 428% de área ardida relativamente à média anual do período. Para além dos prejuízos ecológicos e patrimoniais, os incêndios do longo Verão de 2017 provocaram mais de uma centena de mortes. Este quadro desencadeou no decisor político um frenesim reformista de vários diplomas relativos ao ordenamento territorial da floresta, no sentido de prevenir a repetição de ocorrências similares.

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Publicado

2018-05-03

Edição

Secção

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